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Futuro também é retro. 8 clássicos transportados para a época do 100% elétrico

O passado é inspiração para um futuro automóvel mais amigo do ambiente.

Um dos primeiros carros elétricos modernos a ser produzido em massa foi o EV1, desenvolvido pela General Motors em meados dos anos 1990. Nessa altura, a mudança era ainda uma miragem e não teve muito sucesso, por falta de opções de carregamento. A produção foi interrompida em 1999, e entre 2003 e 2004 todos os carros foram retirados do mercado. Embora o grande impulso tenha sido dado pela Tesla, agora, praticamente todas as marcas de automóveis têm um ou mais veículos movidos a eletricidade. Além disso, os fabricantes têm apostado cada vez mais em trazer os seus clássicos de volta, mas numa versão mais sustentável.

No início dos anos 1990, o Conselho de Recursos Aéreos da Califórnia (CARB), uma espécie de agência do ar limpo, começou a pressionar as empresas automobilísticas para começarem a produzir carros mais eficientes em termos de combustível e responsáveis por menos emissões de CO2. O objetivo era conseguir veículos como os elétricos. Aos poucos, a consciencialização foi tomando conta da sociedade e agora são cada vez mais comuns.

Os clássicos são intemporais e os mais icónicos. Dezenas de marcas fizeram renascer carros que saíram de produção, mas que nunca saíram da memória dos apreciadores dos veículos de outros tempos. Em setembro de 2018, por exemplo, a Volkswagen anunciou que ia deixar de produzir o histórico Beetle, oficialmente conhecido como Type 1. Produzido pela primeira vez em 1938, o Carocha atingiu o seu apogeu entre 1960 e 1965. A VW revelou este ano que quer eletrificar todos os seus clássicos — e o Beetle será o primeiro. Surgirá com o nome alemão e-Käfer.

Carregue na galeria para conhecer os clássicos que foram reinventados e transformados em veículos elétricos ou híbridos.