Desporto

Valentino Rossi: “Moto GP sem mim seria como um Mundial sem a Itália”

O piloto italiano assume que ainda tem muito para dar ao motociclismo.

Não caias da Mota, Valentino

Valentino Rossi ainda não está preparado para se reformar. Um dia depois de conquistar pela sexta o Rally de Monza, o piloto italiano, em entrevista ao GPOne.com, assume que 2017 não foi o seu melhor ano, mas acredita que ainda tem muitas capacidades para continuar em cima das motas. “Para ser sincero, acho que não foi um grande ano. Tínhamos potencial para mais. Fiz algumas boas corridas, mas o nosso potencial é maior do que aquilo que demonstrámos”, afirmou o italiano de 38 anos.

Ainda assim, o piloto mostra-se otimista com os testes recentes que fez com a moto, esperando uma boa resposta da Yamaha. “Temos que trabalhar no duro, mas estamos no caminho certo. Vamos ver em fevereiro. Gostaria de ter uma moto competitiva”, explica.

Com nove títulos como campeão do mundo, sete dos quais conquistados no Moto GP, Rossi – que em novembro já se tinha demonstrado cético relativamente ao final da carreira – deixou uma comparação curiosa quando questionado sobre o seu futuro: “O Moto GP sem mim seria como um Mundial [de futebol] sem a Itália. Vamos tentar continuar um pouco mais”.