Cultura

Começou por ser sexo, drogas e rock n’ roll, mas no fim eram só drogas

Conhecidos pela mistura de punk, ska, reggae e hip-hop, os Sublime eram uma máquina de fazer dinheiro.
E depois ficaram só dois.

Não foi o primeiro e não será o último, mas a morte do vocalista Bradley Nowell, em 1996, matou também os Sublime, uma das bandas de maior sucesso da década de 90.

Conhecidos pela mistura de punk, ska, reggae e hip-hop, os californianos eram uma máquina de fazer dinheiro, até ao dia em que o vício em heroína matou Bradley Nowell quando tinha apenas 28 anos – a banda ainda lançou um álbum póstumo que vendeu cerca de 5 milhões de exemplares só nos Estados Unidos.

A 17 de outubro estreia um documentário sobre a carreira dos Sublime – “The Long Way Back” -,  que explica como o abuso de drogas destruiu a carreira da banda. “Começou por ser sexo, drogas e rock n’ roll. Depois era só drogas e rock n’ roll. E depois era só drogas”, disse Mike Tracy, amigo pessoal da banda à imprensa.

Veja o trailer para “The Long Way Back”.