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A trágica e rebelde história dos New York Dolls será contada por Martin Scorsese

Em novo documentário, realizador irá centrar-se na incrível vida de David Johansen, líder da carismática banda.

Os anos 1970 ainda iam no início, os Sex Pistols só iriam nascer em 1975, mas um grupo de homens maquilhados e elétricos em palco já dava espectáculo: os New York Dolls.

A banda foi precursora do punk e do glam-rock e é tida como uma das bandas mais influentes dos anos 1970, a par dos The Stooges, de Iggy Pop, e dos Velvet Underground. Não são poucos os grandes nomes do rock que citam esta “trindade” como inspiração. Agora, vão ser inspriaçã otambém para novo documentário de Martin Scorsese, ele que já nos tem habituado a trabalhos sobre música.

Bob Dylan, The Rolling Stones e Grateful Dead estão entre os grandes nomes da música que já receberam um olhar mais atento de Scorsese. Desta vez, serão os New York Dolls, com destaque para o David Johansen.

Entre 1972 e 1975, a banda lançou dois álbuns, “New York Dolls” e “Too Much Too Soon”, antes de se começar a separar. Em 1976 ainda andaram em tour mas separaram-se, com o percurso da banda a ser já marcado por drogas e álcool.

Os New York Dolls viveram um interregno até 2004. A banda que perdera já um membro por overdose em 1972 perdeu mais membros durante este período. Mas voltou aos álbuns e concertos até se separar novamente em 2011. Antes, houve carreiras inidivudais em destaque.

David Johansen em particular trabalhou sob o pseudónimo Buster Poindexter além de ter feito alguns trabalhos como ator. Nos anos 70 casou ainda com a sua companheira de há algum tempo, Cyrinda Foxe, que o deixaria um ano depois para se envolver com Steve Tyler, vocalista dos Aerosmith.

O documentário vai ser realizado em parceria com David Tedeschi, com quem Scorsese já fez dupla antes, nomeadamente em “No Direction Home”, sobre Bob Dylan.