Comer e beber

Nómada: o restaurante que cresceu tanto que teve de mudar de morada

Continua na Avenida Visconde Valmor, no Campo Pequeno, mas mudou tudo para receber ainda mais clientes.
A morada é outra, mas os pratos continuam os mesmos.

O nome não foi escolhido por este motivo, mas o restaurante Nómada mudou de morada, depois de dois anos e meio no número 40A da Avenida Visconde Valmor, no Campo Pequeno, em Lisboa. Desde o dia 19 de dezembro que está a funcionar num novo espaço no número 56E da mesma avenida — ou seja está a apenas 150 metros do primeiro endereço.

“O Nómada foi muito bem recebido no bairro em 2016, mas achámos que estava na hora de ampliar o espaço. Antes eram 40 lugares na sala e 20 no pátio. Agora temos 87 lugares no total”, explica Rui Oliveira, um dos responsáveis pelo espaço.

A loja foi construída a partir do zero num prédio completamente novo. A decoração da sala, por exemplo, recebeu um balcão onde também são servidas refeições.

A nova versão do restaurante está sob a gestão de Rui Oliveira, 24 anos, enquanto Francisco Bessone, da mesma idade, comanda a cozinha. Os sócios são amigos desde os nove anos.

Rui tirou uma licenciatura em Comunicação e mestrado em Gestão. Francisco era bodyboarder até decidir trocar as ondas pelas panelas. Ao viajar pelo mundo e conhecer os sabores de diferentes regiões, Francisco deixou a paixão pela cozinha falar mais alto e passou a dedicar-se à gastronomia. Era sous-chef no Sushic (um dos restaurantes mais famosos de Almada) antes de decidir abrir o próprio negócio em parceria com o amigo.

O Nómada ficou conhecido pelas propostas criativas de sushi e a fusão com a cozinha contemporânea — apesar de os pratos de carne e de peixe também fazerem parte do menu.

Para começar, peça o crocante de camarão servido com maionese de alho negro (13€, quatro unidades), o cone crocante recheado com atum e cebola em vinho do Porto (3,50€) ou ainda as gyosas de frango e legumes (6€, quatro unidades).

Nos rolos maki, pode experimentar o California (8,50€), com oito peças com camarão, pepino, abacate, manga e maionese japonesa; ou o Mexican (13€), com oito peças de tataki de atum, abacate, manga e pepino, coberto com nachos, atum e molho picante no topo.

Na carta há também tártaros, ceviches, sashimis, nigiris, hossomakis e gunkans. Rui Oliveira recomenda o gunkan especial do chef com duas peças de tempura de vieira, lagavante e itogaki (12€) e o nigiri de fatias de bacalhau fresco braseado com azeite de alho e lascas de amêndoa sobre arroz (7,50€).

O restaurante tem um menu especial feito pelo chef Bruno Oliveira para agradar aos clientes que não gostam da cozinha japonesa. Há vazia maturada por 30 dias (18,50€), lombo de novilho selado com bacon e cogumelos acompanhado de molho de cerveja preta (19,50€) e duas opções de peixe como o mil-folhas de salmão e legumes (13€) e a barriga de atum braseado com puré de abacate (25€).

Para sobremesa, há bolo de matcha e chocolate branco com gelado de melão e gengibre (5,50€), crème brûlée (5€) e pudim de gemas (4,50€).

Carregue na galeria para conhecer mais pratos do Nómada.